Mensagem
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Eles perderam”, com polvo e tudo
Analisando o excelente trabalho de Gilberto Maringoni com as capas da revista Veja, publicado na Carta Maior – que deveria ser material didático nas escolas de Jornalismo –, Rodrigo Vianna se espantou. Apesar de tudo, “eles perderam”, concluiu o colega. Apostaram todas as fichas, absolutamente todas as fichas — e perderam. Nem o polvo maluco, que em 2010 atacou durante três semanas consecutivas, os salvou.
Mas, considerando o tema, não foi o único símbolo disso no dia de hoje. Na Cinelândia, 2.500 pessoas compareceram à manifestação contra a corrupção. É louvável que este grande número de pessoas saia às ruas para combater um problema gravíssimo no Brasil. Em todas as esferas, em todos os meios. O Brasil é, sim, um país extremamente corrupto.
Mas isso não deixa de demonstrar que é bastante limitada a capacidade de mobilização do maior grupo de mídia do Brasil. A Globo se dedicou de tal forma a promover a manifestação — no rádio, na TV, no jornal, sem contar o notável apoio de um grande número de parceiros — que podemos medir a influência política dela pelo público que compareceu ao evento com a garantia de que teria uma imensa cobertura midiática. Evento no Rio de Janeiro, cidade-sede das Organizações Globo.
Seja como for, parabéns a todos os que compareceram.
A Globo mutilou um belo momento de coragem de um militante do bom jornalismo, responsável, apartidário, e que travou com a jornalista Eliane Cantanhêde um diálogo que constitui um dos mais completos diagnósticos da crise por que passa a grande imprensa brasileira.
Globo mutilou um belo momento de coragem de um militante do bom jornalismo, responsável, apartidário, e que travou com a jornalista Eliane Cantanhêde um diálogo que constitui um dos mais completos diagnósticos da crise por que passa a grande imprensa brasileira.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Capivari- Silva Jardim - Brasil e suas 63 moedas locais.
Brasil e suas 63 moedas locais viram capa do ‘Wall Street Journal’
20 de setembro de 2011
Sílvio Guedes Crespo
As 63 moedas que circulam no Brasil, sem contar o real, foram tema de reportagem de capa do diário americano “The Wall Street Journal”. O recém lançado CDD, da Cidade de Deus, é apenas mais uma divisa que segue uma tendência iniciada nos anos 1990.
As divisas locais têm-se proliferado País adentro, em regiões pobres que tentam incentivar a população a não gastar todo o dinheiro fora, conta o correspondente do jornal, Paulo Prada.
O jornalista se concentrou no exemplo do município de Silva Jardim (RJ), em que a moeda local, o capivari, dá desconto no comércio da cidade. O incentivo tem dado resultado.
A dona de uma loja conta que um cliente, antes de fazer uma compra de R$ 2.700, foi trocar reais por capivaris e, com isso, ganhou 5% de desconto na venda.
O proprietário de um supermercado afirma que 12% do seu faturamento já é em capivaris. A dona de uma loja de telhas diz que paga parte do salário dos funcionários na moeda local.
Para administrar a moeda local, existe o Banco Capivari, que guarda um real para cada capivari colocado em circulação. O câmbio é de um para um.
A primeira moeda local a circular no País foi a palma, no bairro de Conjunto Palmeiras, em Fortaleza, em 1998. Na ocasião, a iniciativa preocupou o Banco Central. Mas o responsável pela ideia, o ex-seminarista Joaquim Melo, argumentou que a moeda estava atrelada ao real e que funcionava como qualquer cupom usado legalmente por instituições ou empresas.
Fonte:http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/09/20/brasil-e-suas-63-moedas-viram-capa-do-wall-street-journal/
20 de setembro de 2011
Sílvio Guedes Crespo
As 63 moedas que circulam no Brasil, sem contar o real, foram tema de reportagem de capa do diário americano “The Wall Street Journal”. O recém lançado CDD, da Cidade de Deus, é apenas mais uma divisa que segue uma tendência iniciada nos anos 1990.
As divisas locais têm-se proliferado País adentro, em regiões pobres que tentam incentivar a população a não gastar todo o dinheiro fora, conta o correspondente do jornal, Paulo Prada.
O jornalista se concentrou no exemplo do município de Silva Jardim (RJ), em que a moeda local, o capivari, dá desconto no comércio da cidade. O incentivo tem dado resultado.
A dona de uma loja conta que um cliente, antes de fazer uma compra de R$ 2.700, foi trocar reais por capivaris e, com isso, ganhou 5% de desconto na venda.
O proprietário de um supermercado afirma que 12% do seu faturamento já é em capivaris. A dona de uma loja de telhas diz que paga parte do salário dos funcionários na moeda local.
Para administrar a moeda local, existe o Banco Capivari, que guarda um real para cada capivari colocado em circulação. O câmbio é de um para um.
A primeira moeda local a circular no País foi a palma, no bairro de Conjunto Palmeiras, em Fortaleza, em 1998. Na ocasião, a iniciativa preocupou o Banco Central. Mas o responsável pela ideia, o ex-seminarista Joaquim Melo, argumentou que a moeda estava atrelada ao real e que funcionava como qualquer cupom usado legalmente por instituições ou empresas.
Fonte:http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/09/20/brasil-e-suas-63-moedas-viram-capa-do-wall-street-journal/
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